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Rodeio como patrimônio cultural

 

ALÔ GALERA DE COWBOY, ALÔ GALERA DE PEÃO, QUEM GOSTA DE RODEIO, VEM LER ESTE POST ENTÃO!!!

Outra famosa manifestação cultural do Centro-Oeste mineiro é o rodeio divinopolitano. E você, já participou de um?

O rodeio se caracteriza como sendo um patrimônio cultural imaterial. Mas o que vem a ser um patrimônio cultural? Segundo o artigo 216 da Constituição Federal de 1988, constituem o patrimônio cultural brasileiro os acervos materiais e imateriais que em sua individualidade ou em seu coletivo fazem referência à identidade e à memória dos diferentes grupos que compõem a sociedade. Segundo o (IPHAN), os bens culturais de caráter imaterial são assim definidos como saberes, celebrações, formas de expressão entre outros, ou seja, costumes e aspectos da vida cotidiana.

A prática do rodeio se caracteriza como um patrimônio cultural imaterial, pois mobiliza a comunidade, influenciando no seu modo de ser e de se organizar, visto que além da população local, atrai visitantes de outras cidades e até mesmo de outros estados que vêm prestigiar a festa.

O rodeio em Divinópolis, intitulado Divina expo, se configura como uma festividade complexa devido aos seus vários atores e momentos, quais sejam, as montarias, os shows, a missa, a Queima do Alho e figuras como o salva-vidas, o locutor e os peões que fazem a festa acontecer.





Referências:

BRASIL, Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. SEÇÃO II DA CULTURA,

Art. 216. Brasília, DF: Presidência da República. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Acesso em: 31 dez.2020.

IPHAN, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Patrimônio Imaterial. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/234 Acesso em: 31 dez. 2020.

DIVINAEXPO, Patrimônio Imaterial do Município de Divinópolis (MG). (Dossiê)


Imagem:

Peão de rodeio em touros. Divinópolis-MG. Acervo Lucs Promoções.





Texto produzido por: Ana Carolina Moreira Barcelos e Fernando Cordeiro dos Santos

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